SEJA BEM VINDO

Esperamos contar com seu engajamento e disposição para mudar nossa associação, com propostas, críticas e sugestões. É preciso ouvir o juiz. É preciso dar oportunidade para que seja coletada a real vontade dos magistrados para uma AMATRA verdadeiramente DEMOCRÁTICA.

domingo, 13 de dezembro de 2009

VOCÊ SABE O QUE ACONTECE?


Caríssimos colegas
 
Temos na magistratura duas entidades nacionais que impulsionam as reivindicações dos juízes, a AMB e a ANAMATRA.
Alguns só se lembram da AMB e da ANAMATRA, por ocasião de congressos e  torneios esportivos.
Muito além desses eventos, cada associação regional tem direito a voz e a voto nas duas entidades nacionais e as mesmas sempre encaminham a pauta de suas reuniões previamente.

Você sabe o que seu dirigente associativo fala e vota na AMB e na ANAMATRA?
Você sabe o que é discutido e deliberado na AMB e na ANAMATRA?
Você é chamado a opinar sobre a posição regional que é levada às reuniões da AMB e da ANAMATRA?

Se você respondeu sim as perguntas,  o restante deste texto não mais lhe interessará.
Porém, se você respondeu não às perguntas, quer deixar de ser apenas um expectador e se transformar em um ator, envolvido no processo de discussão e deliberação dos temas nacionais da magistratura, sua hora chegou.


Dia 17/12, vote RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA!
 
Aqui você é importante todos os dias.
Queremos de fato a sua participação.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

RESISTIR, com bom senso e respeito


Acreditamos que a associação dos magistrados deve ser elemento aglutinador dos anseios da classe.

Queremos que a AMATRA represente para seus associados, um espaço de de harmonia, respeito e dignidade.


Precisamos resgatar as reuniões de sexta-feira, quando fazíamos da sede da Amatra um ponto de encontro de Juizes e Juizas, em especial os de fora da sede, e de forma amigável e descontraída, trocávamos experiências, buscávamos soluções para pequenos problemas do nosso quotidiano, fazíamos análise de conjuntura, uniformizávamos procedimento, enfim formávamos um grande família.


Somos capazes de resolver nossas divergências internamente? Acreditamos que sim. Fundamental é que tenhamos boa vontade.


Se somos chamados a conciliar conflitos judiciais, também somos capazes de, fraternalmente, solucionar conflitos no seio do movimento associativo.


Um novo jeito de caminhar é possível, é necessário RESISTIR, com bom senso e respeito.


Se você acredita ser possível essa nova prática, dia 17/12, vote na Chapa RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA.

Juíza divulga Semana da Conciliação no Amapá


A Juíza Angela Maués, que responde pela Direção do Fórum de Macapá, concedeu entrevista ao telejornal da TV Amapá, afiliada da Rede Globo, no dia de ontem, 08/12. Na entrevista, foram repassadas informações sobre as vantagens da conciliação enquanto forma de solução de conflitos, sobre a possibilidade de antecipação de audiências para conciliação, e como os jurisdicionados deveriam proceder para agendar audiências com essa finalidade.


Fonte: ASCOM TRT8

Acordos garantem saúde a indígenas


Acordos trabalhistas, em Redenção (PA), garantem atendimento médico a povos indígenas.

Na Vara do Trabalho de Redenção, a semana da conciliação começou antes.
É muito comum na região, o repasse de verbas públicas para associações que se sucedem na tarefa de prestar serviços de saúde aos povos indígenas, mas que, na realidade, deixam de pagar os salários de seus empregados, e não prestam contas satisfatoriamente das despesas feitas.
Na Justiça do Trabalho da 8ª Região, em Redenção, há inúmeros processos contra estas associações, recentes e antigos, muitos deles arquivados provisoriamente por inexistência de bens penhoráveis.
A última associação não pagava salários desde setembro de 2009, e os empregados já estavam ajuizando ações na Justiça do Trabalho pedindo rescisão indireta e verbas trabalhistas.
O Município de Redenção, temendo a suspensão dos serviços de saúde para os povos indígenas, procurou a Juíza Titular da Vara do Trabalho, Natasha Schneider, na intenção de realizar acordo com os trabalhadores, como terceiro interessado, pagando a dívida das associações.
Na última sexta feira (04), foram conciliados 33 processos, num trabalho incessante de 9h até 19h. Nesta segunda-feira, outros reclamantes, realizaram audiências de conciliação.
Realizamos, hoje, mais dez audiências e todos os presentes conciliaram. Ainda há aproximadamente mais 17 trabalhadores, que devem comparecer na próxima sexta feira (11), quando o Município de Redenção se dispôs a novamente comparecer.
A situação era preocupante, pois se todos os trabalhadores pedissem rescisão indireta por falta de pagamento de salários e parassem de trabalhar, seria inviabilizada a prestação de serviços de saúde aos povos indígenas.
Na realidade, como muitos desses trabalhadores são indígenas, a intenção deles era verdadeiramente conciliar, pois têm real interesse de que não sejam interrompidos os serviços de saúde, essenciais às suas comunidades”, explicou a juíza.
Os acordos foram feitos da seguinte forma: metade dos créditos de cada reclamante já em dezembro, e a outra metade de forma parcelada, a fim de não prejudicar o pagamento dos salários dos que vierem a ser contratados a partir de janeiro, pois todos os trabalhadores se comprometeram a continuar trabalhando até 31/12, após o que a Prefeitura Municipal passará a contratar diretamente os trabalhadores, sem a intermediação das associações, por ser medida urgente.
Assim, a semana da conciliação em Redenção começou com o pé direito. Contudo, muito mais importante do que pôr termo a processos novos e antigos é termos conseguido evitar a interrupção do serviço de atendimento à saúde dos povos indígenas, que é uma questão social de altíssima relevância para a região”, concluiu.


Fonte: ASCOM TRT8

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

TEMOS QUE DERRUBAR MUROS E CONSTRUIR PONTES

As juízas e os juízes do trabalho, integrantes da CHAPA “RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA” lançam a proposta de construção de um projeto coletivo para a Associação Regional e para a nossa instituição, o Poder Judiciário e em especial ao TRT8.
Fruto de grande reflexão ao longo de meses, vimo-nos chamados a propor um novo olhar, uma nova prática associativa. Neste amplo debate, queremos fomentar a construção de um projeto de trabalho de base e, ao mesmo tempo, de agregação.
Temos ouvido constantes manifestações de insatisfação, tais como: ofensas à instituição TRT 8, de tão honrada tradição; receio de manifestar abertamente insatisfações e sofrer represálias; receio de manifestar-se politicamente na fase do estágio probatório, para não correr o risco de reprovação; tratamentos diferenciados quanto ao deferimento de pedidos; alguns juízes titulares contam sempre juízes auxiliares e outros não; alguns juízes substitutos quase nunca saem da Vara de lotação referencial em Belém, enquanto outros são constantemente designados para várias Comarcas; alguns juízes conseguem fácil liberação para eventos e outros não; em caso de atraso de sentença, alguns são cobrados com rigor e outros tem suas justificativas facilmente aceitas, etc... enfim, temos muitos porquês e necessitamos de repostas!
Aqui não se trata apenas de uma associação, de um trabalho profissional. Somos membros de Poder que deve se pautar sempre pelo princípio democrático, transparente e ético.
Nesse sentido é que nos propomos a abrir um canal de comunicação, fomentar idéias, conclamar a união e por fim, mas não menos importante resgatar o RESPEITO e a DIGNIDADE nas relações associativas e institucionais.
Nossa proposta SE ASSENTA NA DEMOCRACIA, NO RESPEITO E NA DIGNIDADE.
Pensamos que a atuação institucional da AMATRA deve ter como meta principal a absoluta transparência nas ações, fundada especialmente na consulta aos juízes do trabalho.
Para Morgana Richa, Conselheira do CNJ, "ao conjunto dos associados cabe o direito-dever de pautar a ação da entidade, que deve ser 'representativa' da vontade dos associados, não daquilo que estabelece o corpo dirigente. É preciso ouvir o juiz. É preciso dar oportunidade para que seja coletada a real vontade dos magistrados. Para se ter um 'projeto' é preciso submetê-lo previamente à aprovação coletiva. Sem isso, não se tem democracia, não se tem, verdadeiramente, uma 'associação'."
Seguindo essa linha de raciocínio, é que queremos contar com o engajamento de todos os associados para aperfeiçoar ainda mais as propostas de atuação.
Há um apelo, portanto, para que os juízes e juizas participem desta iniciativa ajudando na organização, divulgando as ideias, apresentando opiniões, críticas, sugestões.
Só assim será construída uma AMATRA verdadeiramente DEMOCRÁTICA.
Contamos com o apoio de todos, de modo que o programa final efetivamente represente a vontade da magistratura trabalhista regional.
Como apregoado pelo Presidente da República, nossa tarefa coletiva é construir pontes, unir. Jamais separar.

Contamos com a sua participação.
"RESISTENCIA DEMOCRÁTICA"

COMO VOTAR POR CARTA



Caros colegas, como ainda não sabemos o dia da votação, e certamente muitos de nós estaremos fora de Belém na última semana antes do recesso, democraticamente, damos conhecimento a todos do que diz o estatuto da Amatra quanto ao voto por carta:
Art. 41. É permitido o voto por carta, obedecidas as seguintes regras: 
a) será utilizado um envelope, sem identificação, dentro do qual estará a cédula eleitoral, inserido em outro envelope, que servirá de sobrecarta;
b) a sobrecarta deve ser rubricada pelo associado, de forma clara, na parte externa;
c) deverá ser utilizado o modelo fornecido pela Comissão Eleitoral, fornecido com antecedência mínima de dez dias do pleito; 
d) as cartas devem ser recebidas na sede da Associação até a abertura da urna;
e) em caso de entrega pessoal, o portador da carta deverá assinar termo que o identifique e responsabilize;
f) em caso de remessa postal, a correspondência deverá ser feita com aviso de recebimento, com um envelope de endereçamento sobre a sobrecarta. 
Parágrafo único. A guarda das cartas ficará com o Presidente da Comissão Eleitoral, que as depositará em urna própria, a ser aberta na data das eleições.

Clique aqui para baixar e imprimir a cédula. 

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

CONHEÇA A LÉA



Nossa candidata a diretoria Cultural, Léa Helena Sarmento, é mestre em Direito pela UFPA e juíza titular da 1ª VT de Tucuruí.

EXPERIÊNCIA e OPORTUNIDADE

A Diretoria de nossa chapa pretende aglutinar a experiência dos associados, bem como oportunizar que novos colegas possam aderir efetivamente ao movimento associativo.
Nesse sentido contamos com três ex-presidentes da Amatra 8, Marilda Coelho (por duas gestões), Vicente Fonseca e Luiz Albano Lima. A colega Marilda Coelho, também por duas gestões foi Secretaria-Geral da Anamatra.
Os colegas Antonio Oldemar Coêlho Santos, Angela Maria Maués, Maria Edilene de Oliveira Franco, Amanaci Giannaccini, Léa Helena Pessôa dos Santos Sarmento, Anna Laura Coelho Pereira, Jorge Antonio Ramos Vieira e Natasha Schneider, já integraram a Diretoria da Amatra 8 em outras gestões.
Pela primeira vez disputando eleições da Amatra 8 estão os colegas: Tereza Cristina de Almeida Cavalcante Aranha, Camila Afonso de Nóvoa Cavalcanti, Marcos Cézar Moutinho da Cruz e Giovanna Corrêa Morgado Dourado.

SEMPRE AMIGOS - SONHAR E CAMINHAR JUNTOS


VENHA CAMINHAR COM A GENTE

A vida verdadeira - Thiago de Mello
Não, não tenho um caminho novo.
O que tenho de novo
é o jeito de caminhar.
Aprendi
(o caminho me ensinou)
a caminhar cantando
como convém
A mim
e aos que vão comigo.
Pois já não vou mais sozinho.

CONHEÇA O NOSSO CONSELHO FISCAL

Os indicados ao Conselho Fiscal da Amatra 8 são os seguintes colegas:

Titulares:
Claudine Teixeira da Silva Rodrigues, juíza titular da 4ª VT de Belém; Elizabeth Fátima Martins Newman, desembargadora e Filomena Maria Jorge Chaves, juíza titular aposentada.

Suplentes:
Maria Valquíria Norat Coelho, juíza titular da 12ª VT de Belém; Odete de Almeida Alves, desembargadora e Vice-Presidente do TRT 8 e Marco Plínio da Silva Aranha, juiz titular da 2ª VT de Macapá.

CONHEÇA O COELHO




Nosso indicado como Diretor do Centro de Estudos Judiciários da Amatra 8, é o juiz titular da 14ª VT de Belém, Antonio Oldemar Coêlho dos Santos. O colega é diretor da Central de Mandados do Foro Trabalhista de Belém e realizou o Curso de Extensão em Economia do Trabalho e Sindicalismo, da UNICAMP, INSTITUTO DE ECONOMIA - Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (CESIT).

CONHEÇA A ANNA LAURA



Anna Laura Pereira é nossa candidata a diretoria social e é juíza titular da 1ª VT de Santarém.

CONHEÇA A NATASHA




Nossa candidata a diretoria de direitos humanos e cidadania é a juíza titular da VT de Redenção e professora Natasha Schneider.

CONHEÇA A MARILDA



Marilda Coelho é Desembargadora aposentada e nossa candidata a diretoria dos juízes aposentados. Fundou a Amatra 8 e foi Secretaria-Geral da Anamatra por duas gestões, quanto teve atuação destacada na consolidação da associação nacional. Foi Corregedora e Presidente do TRT 8.
Paraense de Afuá, nasceu em 25 de novembro de 1940. Graduou-se em Direito pela Universidade Federal do Pará, em 27/11/1969. Foi nomeada Juíza do Trabalho Substituta da 8ª Regiâo, em 26/3/1973, após aprovação em concurso público de provas e títulos. Promovida a Juíza Presidente da Junta de Conciliação e Julgamento de Porto Velho, em 8/1/1976, presidiu, posteriormente, as JCJs de Breves, Abaetetuba e 3ª em Belém, além da Associação dos Magistrados Trabalhistas da 8ª Região, nos biênios 1983/1985 e 1985/1987. Foi, também, secretária da ANAMATRA - Associação Nacional dos Magistrados Trabalhistas, de 1989 a 1991. Promovida a Juíza Togada do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, em 14/8/1991, exerceceu a Vice-Presidência, no biênio 1992/1994, e a presidência - de 1994 a 1996. Aposentou-se como juíza Togada do TRT da 8ª Região em 8/7/1997.

CONHEÇA O JORGE




Jorge Vieira é juiz titular da 1ª VT de Ananindeua e nosso candidato a diretoria de prerrogativas. Jorge tem destaque nacional por sua luta pelos direitos humanos, especialmente contra o trabalho escravo/degradante.

CONHEÇA O ALBANO





Luiz Albano Lima é nossa candidato a diretoria de imprensa. Graduado em Direito pela Universidade Federal do Pará - UFPA na Turma de 1973, ingressou na Justiça do Trabalho da 8ª Região em 1975 como Técnico Judiciário (atual Analista Judiciário) do regime estatutário, após aprovação em concurso público. Sua primeira lotação ocorreu no Depósito Público e, no ano seguinte, em 1976, foi designado para o Cargo em Comissão de Assessor Jurídico-Administrativo da Presidência do Tribunal. No ano seguinte – 1977 – após concurso público de provas e títulos, ingressou na magistratura de carreira da Justiça do Trabalho da 8ª Região no cargo inicial de Juiz do Trabalho Substituto. Na época a Oitava Região abrangia os Estados do Pará, Amazonas e Acre, e os Territórios do Amapá, Rondônia e Roraima. 
Foi promovido em 1986, pelo critério de merecimento, ao cargo de Juiz Presidente da Junta de Conciliação e Julgamento de Altamira, tendo realizado sua instalação inaugural, e removido a pedido, sucessivamente, para as Juntas de Conciliação e Julgamento de Abaetetuba e Belém.
Em 1995 foi promovido, ainda pelo critério de merecimento, ao cargo de Juiz Togado do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, onde exerceu as funções de Juiz Presidente da 2ª Turma, Juiz Corregedor, Juiz Vice-Presidente e Desembargador Presidente.
Exerceu mandato de Presidente da Associação dos Magistrados Trabalhistas da 8ª Região - AMATRA VIII (1981-1984). Atuou no magistério superior, como Professor Convidado da Fundação Universidade Federal do Acre (1978) e, após aprovação em concurso público de provas e títulos foi Professor Contratado para a cadeira de "Instituições do Direito", nos Cursos de Economia, Administração e Ciências Contábeis, das Faculdades Integradas do Colégio Moderno - FICOM (1983-1986), hoje incorporada à Universidade da Amazônia - UNAMA. Tem cursos de especialização na área do Direito Público (Mestrado sem dissertação) e Pós-Graduação em Gestão de Pessoas, além de outros cursos de pós-graduação latu sensu, congressos, seminários, e cursos de atualização.

CONHEÇA O MARCOS MOUTINHO



Marcos Moutinho é nosso candidato a diretoria de esportes e qualidade de vida e o colega é juiz do trabalho substituto.

CONHEÇA A GIOVANNA



Giovanna Morgado Dourado é nossa candidata a diretoria de juízes substitutos. A colega é juíza do trabalho substituta lotada em Belém, sendo mestre em Direito pela UFPA.

CONHEÇA A CAMILA



Camila Nóvoa Cavalcanti, é candidata a diretoria de fora da sede. É juíza titular da VT de Monte Dourado.

CONHEÇA A AMANACI




Candidata a Diretoria Financeira, Amanaci Giannaccini é juíza titular da 4ª VT de Ananindeua. Realizou o Curso de Extensão em Economia do Trabalho e Sindicalismo, da UNICAMP, INSTITUTO DE ECONOMIA - Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (CESIT).

CONHEÇA A TEREZA


Nossa candidata a Secretária-Geral da Amatra 8, Tereza Aranha, juíza titular da 3ª VT de Macapá.

CONHEÇA O VICENTE, NOSSO DECANO

 

Nosso candidato a Vice-Presidente Legislativo, Vicente Malheiros da Fonseca.
Desembargador Federal do Trabalho do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (Belém-Pará), magistrado trabalhista de carreira há mais de 36 anos.
Obteve o 1º lugar em dois Concursos Públicos de Provas e Títulos para ingresso e retorno à magistratura trabalhista da 8ª Região, onde atua desde 1973.
Exerceu os seguintes cargos na Justiça do Trabalho, tendo sido promovido sempre pelo critério de merecimento:
1. Suplente de Juiz Presidente de Junta de Conciliação e Julgamento (1973-1975).
2. Juiz do Trabalho Substituto (1975-1980 e 1984).
3. Juiz Presidente de várias Juntas de Conciliação e Julgamento, nos Estados do Pará, Roraima, Amazonas e Amapá (1980-1993).
4. Juiz Togado do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (desde 1993).
5. Juiz Presidente da 2ª Turma do TRT-8ª Região (1994-1995; 2000-2002; 2008-2010).
6. Juiz Corregedor Regional (1995-1996).
7. Juiz Vice-Presidente do TRT-8ª Região (1996-1998).
8. Juiz Presidente do TRT-8ª Região (1998-2000).
9. Desembargador Federal do Trabalho do TRT-8ª Região (desde 1993) - nova denominação.
Foi Presidente da Associação dos Magistrados Trabalhistas da 8ª Região/AMATRA-VIII (1988-1989) e fundador da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho - ANAMATRA (1976).
Foi Coordenador do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho do Brasil, por dois mandatos (dez-1998/dez-2000), sendo atualmente Membro de seu Conselho Consultivo.
Integrou a Comissão de Ética do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, perante o Tribunal Superior do Trabalho, desde dezembro-2000.
É Professor de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho na Universidade da Amazônia (UNAMA), inclusive em cursos de pós-graduação.
Integrou a Comissão Permanente de Regimento Interno do TRT da 8ª Região, por vários anos, desde 1995.

Foi membro do Conselho da Qualidade, no Programa da Qualidade do TRT da 8ª Região, implantado pela Resolução nº 046/2001 (Portaria nº 301, de 29.3.2001).
Membro do Conselho da Ordem do Mérito Jus et Labor do TRT da 8ª Região. Designado membro nato do referido Conselho, criado pela Resolução nº 162/2000, Capítulo IV, artigo 13, deliberado na sessão de 19.04.2001, da Seção Especializada (Portaria nº 393, de 30.4.2001).
Membro do Conselho Consultivo e de Programas da Escola da Magistratura da Justiça do Trabalho da 8ª Região (EMATRA8). Deliberação da Seção Especializada do TRT-8ª Região, em 07.06.2001 (Portaria nº 536, de 12.06.2001). Deliberação do Tribunal Pleno (TRT-8ª Região), em sessão de 08.06.2009, para o biênio 2009/2001 (Resolução nº 185/2009).
Membro da Comissão Permanente do Movimento pela Conciliação (Portaria GP Nº 246, de 31.05.2007).
Além de artigos avulsos e participações em obras coletivas, publicou, em 1993, o livro "Reforma da Execução Trabalhista e Outros Estudos", São Paulo, Editora LTr, que trata da tese sobre a criação do Fundo de Garantia das Execuções Trabalhistas, incorporada à Constituição Federal, por força da Emenda Constitucional nº 45/2004 (art. 3º), que dispõe sobre a Reforma do Poder Judiciário.
Tramita no Senado Federal o Projeto de Lei nº 246/2005, de autoria da Senadora Ana Júlia Carepa (PT-PA), com base em Anteprojeto e sugestões sugeridas pelo Desembargador Vicente Malheiros da Fonseca.
Em julho de 2001, publicou o livro "Em Defesa da Justiça do Trabalho e Outros Estudos", Editora LTr, São Paulo.
Membro efetivo da Academia de Letras e Artes de Santarém.
Músico amador, compôs a série de "Valsas Santarenas" (atualmente, 82 peças) e o Hino da Justiça do Trabalho (outubro/1998), oficializado pela Resolução nº 45/2000, de 09.03.2000, e Regimento Interno do TRT-8ª Região (art. 309), gravado pela Orquestra Jovem "Wilson Fonseca" e Coral "Expedito Toscano", de Santarém (PA), sob a regência do maestro José Agostinho da Fonseca Neto, seu irmão, no Compact Disc "Sinfonia Amazônica", incorporado ao Portal do Tribunal, na Internet.

Pianista, compositor, escritor e poeta, o catálogo de sua obra musical registra mais de 1.000 produções em diversos gêneros: canto, piano, violão, coral, conjuntos camerísticos e peças orquestrais etc.
Algumas de suas composições musicais: Hino da Justiça do Trabalho, Hino da Justiça Eleitoral, Hino do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, Justiça Itinerante, Hino ao Centenário do Theatro da Paz (poema de Emir Bemerguy), Cantiga do Caapora (poema de Felisberto Sussuarana), a série de Valsas Santarenas, Lira Iluminada, Suíte ao Maestro Isoca, Ave Maria, Pater Noster, Batuque (cantata negra, com letra de Bruno de Menezes), a série de canções dedicadas a cantoras líricas, três canções sobre poemas de Fernando Pessoa (“Poeta Fingidor” – nome original do poema: “Autopsicografia”, “Tenho Tanto Sentimento” e “Ao longe, ao luar”), Sonatina Amazônica, Sonatina para Cordas e Sinfonia do Tapajós, especialmente composta para o lançamento do livro “Meu Baú Mocorongo” (Wilson Fonseca), com a primeira audição (4º movimento – “Oração – Ave Maria”) executada pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, em sua cidade natal (novembro de 2006).

CONHEÇA A ANGELA E A EDILENE



À direita nossa candidata a Presidência Angela Maués, juíza titular da 4ª VT de Macapá. Ingressou na Justiça do Trabalho da 8ª Região em julho/1996.
À esquerda nossa candidata a Vice-Presidente Administrativa Edilene Franco, juíza titular da 8ª VT de Belém. Ingressou na Justiça do Trabalho da 8ª Região em junho/1994.

MEMBROS DA CHAPA RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA

Como canal as demais instâncias, a Amatra 8 tem um papel fundamental na condução dos rumos dos anseios dos magistrados.
Assim, estamos lançando nesta data os nomes dos colegas magistrados que irão disputar as próximas eleições para a Amatra ao biênio 2010/2011. Veja abaixo:


Chapa “RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA" para as eleições 2010-2011 da AMATRA 8:
Presidente: Angela Maria Maués
Vice-Presidente Administrativa: Maria Edilene de Oliveira Franco
Vice-Presidente Legislativo: Vicente José Malheiros da Fonseca
Secretária-Geral: Tereza Cristina de Almeida Cavalcante Aranha
Diretora Financeira: Amanaci Giannaccini
Diretora de Fora da Sede: Camila Afonso de Nóvoa Cavalcanti
Diretora Cultural: Léa Helena Pessôa dos Santos Sarmento
Diretora Social: Anna Laura Coelho Pereira

Diretor de Esportes e Qualidade de Vida: Marcos Cézar Moutinho da Cruz
Diretora de Substitutos: Giovanna Corrêa Morgado Dourado
Diretor de Imprensa: Luiz Albano Mendonça de Lima
Diretor de Prerrogativas: Jorge Antonio Ramos Vieira
Diretora de Aposentados: Marilda Wanderley Coelho
Diretora de Direitos Humanos e Cidadania: Natasha Schneider

Conselho Fiscal (por ordem alfabética):
Titulares: Claudine Teixeira da Silva Rodrigues; Elizabeth Fátima Martins Newman e Filomena Maria Jorge Chaves. Suplentes: Maria Valquíria Norat Coelho, Odete de Almeida Alves e Marco Plínio da Silva Aranha.

Indicação para Diretor do Centro de Estudos Judiciários: Antonio Oldemar Coêlho dos Santos.


INÍCIO DA JORNADA


Após várias semanas de debate e reuniões com várias juízas e juízes associados da Amatra 8, resolvemos propor uma alternativa ao movimento associativo regional.
Esse modelo proposto é baseado na tolerância, na livre manifestação de pensamento, na democrática interna e na cidadania.
Nosso objetivo é fomentar os debates, criando alternativas para o que está estabelecido e consolidar as conquistas já alcançadas.
Venha, participe desse movimento, aguardamos as suas sugestões, críticas e qualquer outra comunicação.